VPPB
É a causa mais frequente de vertigem posicional, geralmente desencadeada ao virar na cama, levantar, olhar para cima ou abaixar a cabeça.
Nem toda crise é labirintite. Veja as causas mais frequentes de tontura, vertigem e quando investigar com urgência.
As crises de “labirinto” podem ter muitas origens. A verdadeira labirintite, inflamação do ouvido interno, é mais rara. Na prática clínica, o mais comum é encontrar outras alterações vestibulares.
É a causa mais frequente de vertigem posicional, geralmente desencadeada ao virar na cama, levantar, olhar para cima ou abaixar a cabeça.
Pode aparecer após gripe, resfriado, sinusite ou virose, com vertigem intensa por horas ou dias, náuseas e desequilíbrio.
Crises recorrentes com pressão no ouvido, zumbido, perda auditiva flutuante e sensação de ouvido tampado.
Comum em quem tem enxaqueca, sensibilidade à luz ou histórico familiar, inclusive sem dor de cabeça no momento da vertigem.
Grandes desencadeadores de crise vestibular, especialmente em pacientes com VPPB, PPPD, migrânea vestibular ou zumbido.
Alterações do pescoço e da ATM podem causar tontura, cabeça pesada, flutuação e piora ao mover a cervical.
Hipoglicemia, diabetes descompensado, pressão alta, anemia, desidratação, excesso de cafeína, álcool e jejum prolongado também podem desencadear crises.
Esses sinais podem indicar causas neurológicas e não vestibulares.